quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mais do mesmo!

Meninos e meninas, senhores e senhoras, admirável público: O circo da democracia burguesa vai começar!

Alías, me corrijo: está quase chegando ao fim.

Domingo, 31 de outubro, é a data marcada da derradeira encenação de um dos maiores espetáculos já vistos em terras tupiniquins. Mas como dizia o outro, o espetáculo tem que continuar, e nos próximos anos, sentiremos na pele as consequências devastadoras dessa verdadeira tragicomédia que se desenrola diante de nossos olhos.

De um lado, como sempre, a imprensa marrom apioando o candidato da extrema direita, que conseguiu aglutinar os setores mais retrógrados e conservadores da sociedade brasileira em torno de sua campanha, com discursinhos moralistas com relação ao aborto e ao casamento dos homessexuais.

De outro, a companheira Dilma, ex guerrilheira, que hoje anda de braços dados com banqueiros, e largou a luta armada para armar uma luta que garanta a perpetuação do Lulismo - modelo tão reaça quanto o de seu opositor nas urnas, porém com um tom mais populista.

Se os tucanos reagem com truculência às manifestações dos movimentos sociais e trabalhadores, os petralhas por sua vez, minam qualquer possibilidade de levante, cooptando desde líderes sindicais até o MST, desmobilizando qualquer possibilidade de manifestação.

Ambos fazem parte de um período negro da história politica brasileira, marcada por corrupção e ataque aos direitos dos trabalhadores.

E você, e eu, e nós, como ficamos nessa história?

Dia 31 de outubro, eles querem que pintemos nossos narizes de vermelho e façamos nosso habitual papel de palhaços diante das urnas.

De minha parte, quero que eles se fodam, de verde e amarelo.

É VOTO NULO nas urnas, e paus e pedras nas ruas, seja lá qual for o bandido escolhido nessas eleições!

12 Reações!:

Maristela disse...

É...hora do circo do mau...rsrsr
Muito legal o texto, além dos trocadalhos do carilho que achei fantástico...

Marco Rodriguéz disse...

Fala Beat! Até que enfim resolveu escrever no blog.

Tenho algumas considerações quanto ao seu texto.
Primeiro lugar que o governo de Dilma não será igual ao governo de José Serra. Fazer este tipo de consideração é estar equivocado do que foi feito nestes oito anos de governo Lula.
F.H.C, como todos sabemos, deu prioridade na política econômica e esqueceu da base social e não fez distribuição de renda. No entanto, este governo, como sabemos, a prioridade foi esta, tanto que a maior distribuição de renda
(o que não é ideal para todo cidadão) ocorreu neste governo. O que implica isso? Um “maior” acesso da população aos bens e ao consumo, sem falarmos de outros programas sociais, que os radicais de esquerda criticam tanto, (dentre eles: MNN, PCO, PSOL e etc). Querendo ou não, esta foi uma medida urgente e necessária aos cidadãos de baixa renda, ou deixaríamos estes morrerem de fome com tanto dinheiro?
Outra questão, educação, Universidades Federais, o que este governo fez de Universidade Públicas, o que é um direito para todo cidadão garantido por lei, não foi pouco. Falo isso por que estou em uma e vejo o quanto de pessoa de classes C e D estão por lá. Não são somente burgueses, como dizem por aí. Tanto que a Unifesp é na periferia! Claro, não é o ideal, por que o ideal é termos uma educação básica de qualidade para que todos os cidadãos ingressem em uma Universidade Pública, ao invés de pagar. Como isso não ocorreu por muitas vias burocráticas, fez-se o Prouni, o que de longe já bate o governo F.H.C que ao invés de fazer Universidades Públicas (e foi professor de uma Universidade pública) não fez nenhuma!
Quanto aos escândalos, concordo contigo, mas temos de ver quem começou a jogar sujo e por baixo foi José Serra, aliado com índio da Costa, não sei se você sabe, este representa a extrema direita carioca, tanto é que os próprios tucanos não concordam com a chapa de Serra: pode-se incluir neste bojo: Aécio, seu conterrâneo Alckmin, e nem o próprio F.H.C.
Agora, não posso aceitar você dizer Petralhas, que é um termo do livro reacionário do Reinaldo Azevedo, aí é demais. Se utilizar de um argumento usando Reinaldo Azevedo, não dá!
Sua crítica me lembra os partidos de esquerda radicais que comparam o governo Lula semelhante ao F.H.C, de longe não é o mesmo, nem Dilma é igual a Serra! Há tantas discussões no congresso em torno de questões cernes do Brasil: Pré-sal, e a proposta dos deputados do PSDB é leiloá-los! O que implica? O capital externo transforma-se em capital estrangeiro e certamente esse dinheiro não vai para onde dever ir,que é o projeto de Dilma, para a Educação, Saúde e Segurança. Esta proposta do PSDB não foi à política de Lula e nem será de Dilma.
Concordo contigo, há muito o que fazer, mas não podemos jogar fora e dizer que trata-se de um governo só. Ambos projetos são eminentemente diferentes!
Acompanhe as discussões no senado e na câmera dos deputados e verás que os projetos não são iguais, o que ocorre é este jogo sujo de moralismo para angariar votos, e como sabemos, a igreja interferindo na caruda. Ora, em política não há ética (Maquiavel já disse isso há tanto tempo) então, é necessário que o governo se alie para poder governar, o que Lula fez muito bem. Se não fizer, não há governo, o que isso implica? Em alinças suspeitas: Collor, Sarney, no entanto, ganha-se espaço para governar.
Por outro, vemos Serra na TV falar de União Nacional, sabemos que o PSDB defende o Estado Mínimo , ou seja, a menor presença da Máquina Pública no Estado, e a transformação de direitos civis em serviços, o que de longe se difere de Dilma.
Bom, paro por aqui, mas a discussão é longa, muito longa....

Abc!

Beat disse...

Ora, ora, Marcão! Eu não posso dizer que me surpreendo com a sua postura petista, pois petista você sempre foi. Mas depois do que nos aconteceu na Metodista, e de tudo que vem ocorrendo no Brasil nesses últimos 8 anos de Lulismo, eu esperava que você tivesse um posicionamento mais crítico com relação à campanha da Dilma.

Antes de detalhar um pouco mais minha posição, quero defender o uso do termo "Petralhas" no meu texto.

Você diz ser inadmissível empregar um conceito criado por Reinaldo Azevedo, já que ele é um reacionário de direita. Subentende-se aí, que ele representa algo que o PT não é, o que discordo. Já que para mim, o PT já não é nem de longe um partido de esquerda, ouso adotar esse termo de um reaça assumido, para atacar reaças travestidos. Acho minha postura menos nociva, do que aliar-se à José Sarney, Fernando Collor e Michel Temer. Empregar um termo do Reinaldo Azevedo "não dá". Fazer alianças com esses bandidos, traindo a classe trabalhadora dá?
Eu não posso usar o Reinaldo contra o PT, mas você pode usar Maquiavel à favor? Enfim...

Beat disse...

É sério mesmo que você acha que o Lula teve prioridades diferentes do governo FHC? O fato de os bancos nunca terem lucrado tanto quanto no governo Lula (mais até que no governo anterior), não me parece indicar que esse tenha sido um governo preocupado com as classes menos favorecidas. Ao menos surtiu efeito, os banqueiros abriram o bolso e a campanha de Dilma arrecadou muito mais que a de Serra.

Aumentar a idade mínima para a aposentadoria, também não me parece algo muito favorável ao povo, e tudo indica que a doce Dilma (aquela mesma que disse que eu e você, e os demais colegas que protestaram naquela fatídica noite na Metodista, eramos antidemocráticos, lembra?)está a fim de fazer isso.

Voltando a citar o Maquiavel, já que agora você gosta dele, suponhamos que os fins justifiquem os meios. Temo quanto aos fins que ambos tentam justificar. PT e PSDB são defensores do neo-liberalismo, com maior ou menor grau de intensidade, mas não deixam de o ser.

Se o meu discurso parece o dos radicais de esquerda, dentre eles seus amigos da MNN, o seu me lembra muito o daqueles reformistas, sociais democratas, que acreditam que é possível mudanças estruturais no capitalismo, tornando-o mais justo e coisa e tal. E se você estiver pensando realmente assim, doe seus livros do Marx pra mim, pois já não devem fazer mais sentido para você.

Beat disse...

Voltando ao Maquiavel, se não se pode falar em ética na política, onde então se pode falar nela? Tudo é normal e permitido na política? Incrivel que passou a ser assim após o PT assumir o poder, pois antes, isso era inadmissível.

Com relação aos programas assistencialistas, não nego que tenham tido relevância, diminuindo problemas imediatos de famílias que vivem a baixo da linha da miséria, que passavam fome e tudo o mais. Não ouso fazer julgamentos sobre o fato dessas famílias, beneficiadas por esses programas, votarem no PT, a ponto de o maior curral eleitoral de Dilma estar no nordeste. Não desmereço o voto dessas pessoas, que não tem perspectivas nem instrução. Em seu lugar eu faria o mesmo. Mas creio que entre viver e sobreviver há uma diferença enorme, e o Lulismo não aponta para uma superação real desses graves problemas, muito pelo contrário, enquanto angariar votos, possivelmente essa pobreza continuará sendo sustentada.

E, por fim, a questão das universidades federais e o Prouni.

Com o Prouni, nunca antes na história desse país (rsrsr), os donos das universidades privadas lucraram tanto. Várias delas inclusive, perto de abrir falência, tomaram fôlego com a grana repassada pelo Estado, que não foi pouca. Grana essa, que poderia muito bem ser empregada nas Federais que estão as moscas, com ensino sucateado, e lá mesmo, onde você estuda, vejo notícias de greves e mais greves. Você acha que essas greves são o quê? Coisa de radical de esquerda?

Enfim, Marcão, a questão aqui nem é radicalismo. Assim como as divergências entre PT e PSDB já não são mais ideológicas. Se o projeto do PSDB é neo-liberal, o PT não apresenta nada para se opôr a isso. Agora, achar o PT menos neo-liberal que os PSDB é no mínimo estranho. É que nem mulher meio grávida, e são paulino meio viado (kkkkk, desculpe, perco o amigo, mas não a piada).

Ainda assim, respeito tua opinião, embora a considere equivocada. Nessa eleição, pau no cú do Serra, pau no cú da Dilma. Até porque, eu nem apanhei naquela noite fatídica da Metodista, mas o tapa na cara dado pela trairagem dos petralhas que desestruturaram os movimentos sociais e desarticularam os trabalhadores com seus sindicatos pelegos, doeu bem mais.

RAFAEL disse...

Não considero o voto nulo uma decisão acertada. Simplesmente não tem como por Dilma e Serra no mesmo balaio. Além de todas as considerações apontadas no post do Marco Rodriguez, ainda acrescento a questão da relação de um provável governo tucano e os movimentos socias - nós, aqui em São Paulo, com tantos anos de governo PSDB, sabemos bem como funcionaria tal relação - basta nos lembrarmos da recente greve dos professores do estado e das ocupações das reitorias nas universidades públicas.

Não sou petista e não morro de amores pela Dilma. Concordo com voce que ela nao trará mudanças profundas para a sociedade brasileira, porém, alguns pequenos e superficias avanços foram conquistados, e não podemos correr o risco de uma volta ao passado.

Sei que no dia 31 o dedo vai "coçar" pra anular, mas
Não podemos nos esquecer que do outro lado esta José Serra e que politica não se faz só com paixão.

Um abraço camarada, e parabéns pelo blog, passarei por aqui mais vezes.

Rafael Moreno

Marco Rodriguéz disse...

Tenho duas questões a colocar. A primeira é sobre Maquiavel, embora não tenha nada haver com o debater, não há esta citação de que os fins justificam os meios. Isso não há, o que há é a negação da Ética na política, pois ética é uma palavra tão genérica que nem nós que estudamos filosofia sabemos o que é.
Quanto à questão de ser reformista. Não é reformismo e sim tentar governar em meio a diferenças. Até concordo com esse discurso de traição da classe trabalhadora, mas, quem está interessado neste discurso hoje em dia, a não ser pequenos grupos? São poucos, portanto, pensar uma mudança mais radical, pressupõe conseqüências radicais, o que nós brasileiros nem de longe estamos preparados para tal conseqüência.
Dentro da política de Lula, é fato, teve de se aliar com Sarney, Collor e até Renan Calheiros para governar, mas a questão é a seguinte: é necessário que se faça tais alianças, pois o presidente não governa. Temos de pensar, o voto nulo não é a solução, uma vez que já votamos em senadores, deputados estaduais e federais, o presidente não faz tudo sozinho, depende desse grupo que faz as alianças para iniciar ou por em prática seus projetos.
Pra falar a verdade, não vejo mal neste governo se aliar com tais pessoas: é necessário, e simples o motivo, pela questão que disse anteriormente, necessidade de governo. No entanto, temos de ter uma postura crítica, mas neste momento de crescimento do Brasil, onde a maioria é do Senado e na câmera dos deputados também, a questão para aprovar projetos fica mais fácil. O que não concordo é com o argumento de que os governos são semelhantes, não são. Agora, com o argumento de que o PT não é partido de esquerda, tudo bem, o PT está mais voltado para a social democracia.
Mesmo você mencionando que no governo do PT os bancos lucraram mais, o fato é que o governo Lula não deixou de lado as classes menos favorecidas, claro, não foi o ideal, mas foi uma medida necessária e urgente para um crescimento das classes C e D, daí você pode até criticar-me, dizendo que estou vendo uma solução dentro do capitalismo, a questão não é essa, é outra é preciso medidas necessárias e urgente e enquanto pensarmos em sistemas políticos distantes do Brasil, o crescimento social e educacional das classes não crescerá. O que vejo para o governo ser um bom governo de fato é a participação do cidadão, isto não acontece, são poucos interessados, muitos querem como disse Marcuse, é encher a geladeira, nada mais. Não trata-se de uma postura revisionista, ao contrário! Trata-se de um diagnóstico, no qual vejo que este país não faz protestos para medidas como você mencionou, como a França, Grécia e alguns países da Europa. E porque não fazemos.
Simplesmente porque estamos imersos em uma cultura de obedecer, pois o Brasil nunca teve revolução, pensar de forma isolada, acho difícil, mas claro, debates como esses enriquecem, mas não mudam a situação vigente.
Por isso acho que o voto nulo, neste momento não é bom.

Abc!

Beat disse...

Rafael e Marco, obrigado pelos comentários. Esse é o intuito.

Primeiramente, realmente o voto nulo não resolve nada, no entanto, aponta para uma questão importantissima: o voto, em sí, não resolve nada.

Votar nulo é simplesmente uma forma de protesto, já que o voto é obrigatório, e um jeito de dizer que não concordamos com a democracia burguesa. Mas da mesma forma que o voto em qualquer um dos candidatos perde seu sentido assim que as eleições terminam, o voto nulo também deixa de ter significado.

O que importa aqui é justamente sucitar a discussão sobre a participação de cada um nesse processo, que é unilateral, onde somos convocados de quatro em quatro anos, obrigatóriamente, a legitimar o sistema vigente, em nome dessa farsa chamada cidadania.

Ora, Marco, realmente não há ética na política, mas também não há ação, nem participação social efetiva. O que vemos hoje, e o processo eleitoral é um mecanimso que fortalece esse estado de coisas, é a política transformada em mero procedimento, ação formal, totalmente desvinculada, tanto da já citada ética, quanto do público.

Me pergunto, se a política não é o lugar por excelência onde a ética deve ser posta como questão, se a participação popular resume-se à dirigir-se à uma urna, teclar dois números e um botão verde, pegar seu comprovante na saída da seção, e voltar para casa para assistir ao Faustão, então ela deixa de ter sentido. Na verdade, ela se esvazia de qualquer sentido. Ela não é mais política.

Beat disse...

Uma coisa é o diálogo, a troca de idéias e a tentativa de se chegar a um acordo de forma dialética, superando os antagonismos para a criação de algo novo. Outra coisa, completamente diferente, é essa troca de favores, são essas alianças malucas que antigamente eram inimagináveis, é ver o Collor no palanque defender a Dilma, é ver o Malluf dizendo que o governo Lula é ótimo, mais de direita do que o seu próprio governo talvez o fosse.

Acreditar que isso é política, na minha visão é um erro crasso.

E Rafael, concordo plenamente que o governo do Serra em São Paulo, desmantelou a educação, em todos os níveis, e não podemos deixar que isso ocorra na esfera federal, que já não anda lá grandes coisas também no governo Lula. Mas se passarmos um pente fino na administração petista, não encontraremos muitas soluções para esses problemas. Um dos maiores defensores da educação, abandonou o governo quando viu onde as coisas iam dar. Cristóvam Buarque, que também merece muitas críticas por uma série de coisas, diz muito sobre o que é o governo Lula nessa questão.

Marco Rodriguéz disse...

Enfim, chegamos a um acordo nestas questões colocadas por você. Estou poensando exatamente a mesma coisa.
Ou seja, o esvaziamento o discurso que é repetível a todo instante.

Beat disse...

E por fim, acho perigoso querer mostrar mais as diferenças entre Serra e Dilma, que como disse muito bem o Plínio, são apenas diferenças "adjetivas", do que apontar no que ambos têm em comum. Acho que eles são muito mais parecidos do que demonstram ser, prova disso é que nos debates e em toda a campanha, não houve um embate de idéias, de projetos antagônicos para o Brasil, fazendo com que Serra apelasse ao moralismo, à religião, tocando em temas polêmicos como o casamento gay. Tudo isso porque, com exceção da já manjada conversa das privatizações utilizada pelo PT, eles não têm nada de efetivo para falar contra o outro, sob op risco de estarem falando mal de sí próprios, tamanha a similaridade entre os dois governos, neo-liberais.

E qual foi a resposta de Dilma aos ataques moralistas de Serra? Capitulou com relação à posturas antes defendidas. Disse execrar o aborto, e ao invés de assumir uma postura contrária ao moralismo, incorporou esse moralismo ao seu próprio discurso.

É isso que podemos esperar de mais 4 anos de PT. Tão ruins, ao meu ver, quanto mais 4 de PSDB. Na era FHC, ao menos viamos greves, viamos o MST em ação. E agora? O governo cooptou os sindicatos e os movimentos sociais, desmobilizando-os.

Enfim, novamente citando o coerente Plínio, faço minhas as suas palavras e defendo o voto nulo como "um claro posicionamento contra o atual sistema e a manifestação de nenhum compromisso com as duas candidaturas."

Leonard Almeida disse...

Johnny boy, concordo com o que você diz, vc sabe.
Mas também temos que nos preocupar, já que discutimos a política atual, com o que temos que decidir agora para os próximos anos. A prioridade, apesar da fossa que estamos, é não enterrar mais aidna esta pocilga. Ou seja, não deixarem eleger o Serra.
Bom, isso já foi feito.
Agora vamo aguentar e ver o que vai acontecer. E como o Plínio disse, que as esquerdas se unam e sejam a verdadeira oposição.
Abraço e continue escrevendo, seu proxeneta!